quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
As Partes dos Telhados de Madeira, Passo a Passo!
Amigos, vamos conhecer as partes dos telhados de madeira. São muitas peças e nomes, mas é de fácil compreensão quando vemos nas figuras.
Vejam abaixo os nomes e função de cada peça ou elemento de telhado de madeira:
Tesoura: Principal elemento estrutural do telhado. O nome Tesoura é devido a sua forma triangular.
Macete 1: uma tesoura de telhado completa também é uma estrutura em treliça, ou seja, a tesoura é uma treliça de madeira.
Pendural: Peça vertical da Tesoura. Recebe as cargas das peças diagonais.
Diagonal: Tem esse nome devido a sua posição diagonal na Tesoura. Responsável por receber as cargas das terças.
Terças: Peças que estão posicionadas na longitudinal dos telhados. Responsável por unir as Tesouras do telhado e por receber a carga dos caibros e distribuir para as Tesouras.
Caibros: Tem a posição transversal em todo o telhado. Responsável por receber as cargas das ripas e transferir para as terças.
Ripas: Tem a posição longitudinal nos telhados, como as terças. Nas ripas que são apoiadas as telhas cerâmicas. São responsáveis, também, por transferir a carga (peso) das telhas e transferir para os caibros.
Chapuz ou Calço: Responsável por travar as Terças nas Diagonais.
Linha: Peça inferior da Tesoura. Tem a função de distribuir as cargas da tesoura para a viga ou pilar ou peça estrutural que ela estiver apoiada.
Cumeeira: Parte superior do telhado. É o divisor de águas do telhado. A telha que vai sobre a cumeeira é chamada de Selote.
Rincão: Quando duas águas do telhado se encontram em uma parte baixa, chama-se rincão ou água furtada. Essas águas estão sempre perpendiculares uma com a outra, ou seja, estão a 90° uma com a outra.
Beiral: Parte do telhado que se projeta além das paredes externas da edificação (casa, prédio, edícula, área pra churrasqueira, etc).
Testeira: Acabamento do telhado em madeira, geralmente peça com 15cm de largura.
Os Segredos de uma Cobertura Eficiente
Entre os elementos estruturais, a cobertura é uma das partes mais importantes da casa. Protege o homem das ações do tempo e determina a durabilidade e o conforto de todo o resto da construção.
Estilo X Clima
Para definir o tipo de cobertura, deve considerar, não só o estilo desejado pelo cliente, mas também todo os aspectos climáticos da região onde a casa será erguida.
Isolamento Térmico
Nas residências situadas em regiões quentes, o beiral é uma boa alternativa para inibir a ação direta e constante do sol sobre qualquer parede externa. Porém, antes de mais nada, observe a legislação de zoneamento vigente em sua cidade. Além disso, esteja atento também à possibilidade de cada tipo de telha: conforme o tamanho da peça, pode-se projetar beirais de até 2 metros. Em alguns casos, há ainda a possibilidade de ser construída uma varanda, quando o telhado além de proteger as paredes, cria um ambiente externo. A ventilação é outro ponto importante em áreas quentes. Em geral, as telhas que exigem maior inclinação determinam a formação de uma grande colchão de ar entre elas e o forro, o que por si só garante o conforto térmico.
Água: superfície plana inclinada do telhado, que direciona o caimento das águas pluviais.
Meia-água: denominação dada ao telhado que tem uma inclinação.
Água-furada: encontro de dois telhados de duas águas
Beiral: Borda saliente da cobertura.
Empena: Parede de uma casa com telhado de duas águas, em cujo vértice apóia-se a viga da cumeeira.
Espigão: Arremate de duas águas.
Terças: vigas instaladas sobre as ripas que sustentam os caibros. São denominadas cumeeiras e se colocadas na parte superior às tesouras, ou frechal, quando no inferior.
Caibro: fica em sentido perpendicular às terças e serve de apoio às ripas.
Ripa: peça de madeira com função de suporte das telhas que está sobre os caibros, obedecendo o espaçamento ideal para cada elemento.
Tesoura: viga com formato triangular que, escorada pelas paredes ou vigas de concreto ou madeira, suporta o peso total do telhado.
A Estrutura
O telhado mais tradicional nas residências brasileiras apresenta telha de barro e estrutura de madeira. É importante adotar a madeira seca, um pouco mais cara, porém evita-se empenamento. A verde precisa ficar secando por seis meses em local aberto, antes de ser utilizada. Deve-se também mantê-la protegida contra cupins e fungos, com um banho de imunizante. Há ainda a opção por estruturas metálicas, que oferecem a vantagem da residência á ação de cupins e ao apodrecimento. No entanto, estão disponíveis a preços elevados e são mais pesadas.
A madeira, portanto, continua liderando as preferências em estruturas residenciais, imperando a peroba-rosa e o ipê – consideradas como acabamentos de qualidade e, por isso, mais cara – e o angico-preto e o jatobá – madeiras mais baratas, duras e com boa resistência ao apodrecimento e ataque de insetos. Se as medidas básicas para a obtenção de um bom madeiramento forem observadas, o seu telhado, desde que esteja livre de infiltrações, nunca apresentará problemas.
Dependendo da telha, a estrutura terá uma determinada inclinação, garantindo o escoamento das águas pluviais. A cobertura plana é a mais adotada no país, mais ainda existem a cilíndrica e a cônica.
Telhas e suas características.
Cada tipo exige um grau de inclinação da estrutura mínimo – medido em porcentagem – impedindo o refluxo da água entre a sobreposição das telhas. O grau máximo define o limite de caimento das telhas se m que seja preciso amarrá-las.
Para calcular essa inclinação, é necessário saber quais as medidas do vão que irá ser coberto e quantas águas terá o telhado. A telha que reúne mais qualidade é a cerâmica. Ela promove mais conforto térmico e acústico, além da beleza. Se adotada em projetos com pé-direito amplo, não necessita de forro. Já a de concerto, mais pesada, mas tão bonita quanto a de barro, não isola acústica e termicamente, requerendo a adoção de forro.
O cálculo de número de telhas depende da área total do telhado. Considerando um telhado em que a área do plano a ser coberto, 10 x 10 = 100m². Depois multiplica-se pelo número de telhas por metro quadrado, no caso da Telha Canal, 100 x 26 = 260 peças.
Um telhado bem feito pode significar um abrigo de qualidade, mas uma cobertura bonita pode refletir os anseios do homem com relação à moradia. E muitas vezes um telhado de estilo pode ser o ponto alto da arquitetura.

Estilo X Clima
Para definir o tipo de cobertura, deve considerar, não só o estilo desejado pelo cliente, mas também todo os aspectos climáticos da região onde a casa será erguida.
Isolamento Térmico
Nas residências situadas em regiões quentes, o beiral é uma boa alternativa para inibir a ação direta e constante do sol sobre qualquer parede externa. Porém, antes de mais nada, observe a legislação de zoneamento vigente em sua cidade. Além disso, esteja atento também à possibilidade de cada tipo de telha: conforme o tamanho da peça, pode-se projetar beirais de até 2 metros. Em alguns casos, há ainda a possibilidade de ser construída uma varanda, quando o telhado além de proteger as paredes, cria um ambiente externo. A ventilação é outro ponto importante em áreas quentes. Em geral, as telhas que exigem maior inclinação determinam a formação de uma grande colchão de ar entre elas e o forro, o que por si só garante o conforto térmico.
Meia-água: denominação dada ao telhado que tem uma inclinação.
Água-furada: encontro de dois telhados de duas águas
Beiral: Borda saliente da cobertura.
Empena: Parede de uma casa com telhado de duas águas, em cujo vértice apóia-se a viga da cumeeira.
Espigão: Arremate de duas águas.
Terças: vigas instaladas sobre as ripas que sustentam os caibros. São denominadas cumeeiras e se colocadas na parte superior às tesouras, ou frechal, quando no inferior.
Caibro: fica em sentido perpendicular às terças e serve de apoio às ripas.
Ripa: peça de madeira com função de suporte das telhas que está sobre os caibros, obedecendo o espaçamento ideal para cada elemento.
Tesoura: viga com formato triangular que, escorada pelas paredes ou vigas de concreto ou madeira, suporta o peso total do telhado.
A Estrutura
O telhado mais tradicional nas residências brasileiras apresenta telha de barro e estrutura de madeira. É importante adotar a madeira seca, um pouco mais cara, porém evita-se empenamento. A verde precisa ficar secando por seis meses em local aberto, antes de ser utilizada. Deve-se também mantê-la protegida contra cupins e fungos, com um banho de imunizante. Há ainda a opção por estruturas metálicas, que oferecem a vantagem da residência á ação de cupins e ao apodrecimento. No entanto, estão disponíveis a preços elevados e são mais pesadas.
A madeira, portanto, continua liderando as preferências em estruturas residenciais, imperando a peroba-rosa e o ipê – consideradas como acabamentos de qualidade e, por isso, mais cara – e o angico-preto e o jatobá – madeiras mais baratas, duras e com boa resistência ao apodrecimento e ataque de insetos. Se as medidas básicas para a obtenção de um bom madeiramento forem observadas, o seu telhado, desde que esteja livre de infiltrações, nunca apresentará problemas.
Dependendo da telha, a estrutura terá uma determinada inclinação, garantindo o escoamento das águas pluviais. A cobertura plana é a mais adotada no país, mais ainda existem a cilíndrica e a cônica.
Telhas e suas características.
Cada tipo exige um grau de inclinação da estrutura mínimo – medido em porcentagem – impedindo o refluxo da água entre a sobreposição das telhas. O grau máximo define o limite de caimento das telhas se m que seja preciso amarrá-las.
Para calcular essa inclinação, é necessário saber quais as medidas do vão que irá ser coberto e quantas águas terá o telhado. A telha que reúne mais qualidade é a cerâmica. Ela promove mais conforto térmico e acústico, além da beleza. Se adotada em projetos com pé-direito amplo, não necessita de forro. Já a de concerto, mais pesada, mas tão bonita quanto a de barro, não isola acústica e termicamente, requerendo a adoção de forro.
O cálculo de número de telhas depende da área total do telhado. Considerando um telhado em que a área do plano a ser coberto, 10 x 10 = 100m². Depois multiplica-se pelo número de telhas por metro quadrado, no caso da Telha Canal, 100 x 26 = 260 peças.
Um telhado bem feito pode significar um abrigo de qualidade, mas uma cobertura bonita pode refletir os anseios do homem com relação à moradia. E muitas vezes um telhado de estilo pode ser o ponto alto da arquitetura.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
REVIT CURSO de REVIT na ETB INSCRIÇÕES DE 04/12/2012 a 13/12/2012 (exceto finais de semana)
REVIT CURSO de REVIT na ETB INSCRIÇÕES DE 04/12/2012 a 13/12/2012 (exceto finais de semana)
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desenhando fachadas, cortes, detalhes, Maquete 3D,
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Isso é possível?
Sim!
Com o Revit isso é possível e de forma muito fácil !
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INSCRIÇÕES DE 04/12/2012 a 13/12/2012 (exceto finais de semana)
Estarão abertas de 04/12/2012 a 13/12/2012 (exceto finais de semana) naETB nos horários de 09h às 12h e 14h às 21h as inscrições para os Cursos Básicos de Verão da Escola Técnica de Brasília.
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Detalhes
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
A Cor Azul na Arquitetura e Designer de Interiores
A Cor Azul na Arquitetura e Designer de Interiores
O azul é uma cor que está em alta atualmente. Almofadas, luminárias, tapetes, cadeiras e sofás são algumas peças fundamentais da decoração onde ela está presente.
Segundo o Feng Shui, o azul é uma ótima escolha para trazer paz e tranquilidade ao ambiente, transmitindo serenidade. Quanto mais claro o tom, maior é essa sensação. É indicado também para locais pequenos uma vez que gera uma sensação de expansão do local. O mar e o céu são azuis e não há nada melhor do que eles como exemplo de imensidão. Os ambientes onde tradicionalmente mais se encontra o azul são o quarto de menino, quarto de bebê e a sala.
A cor apresenta variações como o azul celeste, azul turquesa, azul piscina, azul royal, azul índigo, azul cobalto e azul prússia. Se for decorar seu quarto opte pelos tons mais claros, pois facilitam o descanso e induzem ao sono. No caso dos banheiros, o azul-turqueza e outros tons mais associados à água são os indicados. As opções são grandes mas tenha certeza que, seja qual for o tom do azul, será sempre bem vindo!
A Cor Amarela na Arquitetura e Designer de Interiores
Quer deixar o clima da sua casa ainda mais leve e alegre? Aposte na cor amarelona hora de decorar. É uma cor muito versátil e recomendada para todos osambientes , do mais contemporâneo ao mais tradicional.
Revigorante e jovem, o tom é ótimo para estimular a comunicação e a criatividade. É uma cor energética, quente e otimista que valoriza o espaço e a sua arquitetura.
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As tonalidades mais claras são indicadas para locais da casa onde se necessita de mais harmonia e paz, como as quartos e locais de descanso.
Evite usar tons muito fortes de amarelos, preferindo os mais claros, que deixam o ambiente mais leve e relaxante, além de muito bem decorado. Para espaços mais escuros, a cor vai muito bem, uma vez que potencializa a luz natural.
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Além disto, esta o amarelo é benéfico para unir a família, pois estimula a comunicação e as longas conversas. É uma cor agradável e de grande empatia. Ter uma sala decorada assim, certamente será uma aposta muito bem recebida pelas visitas.
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Assim como o azul é um tom que pode ser utilizado em locais da casa como obanheiro.
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Até nos ambientes mais formais o amarelo vai bem na hora de decorar como nesse escritório. O ar leve que a cor transmite contribui para descontrair e relaxar um pouco o local.
Combina muito bem com o branco trazendo equilíbrio e originalidade, além de ser um tom que está em alta na decoração.
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O amarelo também está presente nas luminárias dando ainda mais brilho ao espaço.
Segundo o Feg Shui, a cor transmite disposição e bom humor. Nada melhor para alegrar o ambiente e o tornar ainda mais caloroso. Luminária Nantes na Art Maison.
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A combinação com o cinza e tons metálicos é sempre muito bem vinda e moderna. A Trilogia de Almofadas Quadrados pode ser encontrada na Art Maison.
A Cor Verde na Arquitetura e Designer de Interiores
A Cor Verde na Arquitetura e Designer de Interiores
Decidir por uma combinação de cores na hora de decorar não é tarefa das mais fáceis, ainda mais tendo tantas opções de tons diferentes. Mesmo assim há cores que são quase unanimidades, é o caso verde. Este pode ser utilizado na decoração de todos ambiente da casa sem restrições.
A cor é ligada ao elemento madeira e à primavera. Representa o crescimento, desenvolvimento e saúde. O verde é ainda a cor da natureza, e assim como oazul, transmite tranqüilidade e suavidade.
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Dê as boas vindas às visitas com alegria decorando a sala de verde. Ao mesmo tempo que é elegante, é também alegre e descontraído. Entretanto a cor precisa de um pouco de “vida” para não levar à apatia. Aposte nos tons mais vibrantes e ácidos. Se ainda está inseguro em apostar definitivamente na cor comprando um sofá, uma mesa ou pintando a parede, você pode começar por algumasalmofadas ou luminárias.
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Abajur Nantes, na Art Maison.
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No quarto o verde é ótimo para revigorar. Roupas de cama verde são uma boa opção, dando entusiasmo ao ambiente, além de serem muito originais. Acalma os sentidos e o sistema nervoso. É uma booa pedida para pessoas agitadas.
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O verde é uma cor harmoniosa que alimenta a sensação de paz interior, assim como o amarelo favorece a iluminação do lugar.
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Quando utilizada nos banheiros contribui para elevar a energia do local, segundo o Feng Shui. Os tons podem ser revitalizantes. Combina muito bem com o branco em qualquer decoração, utilizando-se este como cor neutra e o verde como cor de realce.
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Pode ser usado também nas toalhas e armários dando um ar de frescor.
by artmaison
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
ABNT ACESSIBILIDADE NBR 9050
ABNT NBR 9050:2004
Figura 92 — Aproximação de porta frontal - Exemplo
Figura 93 — Aproximação de porta lateral - Exemplos
6.9.2.1 As portas, inclusive de elevadores, devem ter um vão livre mínimo de 0,80 m e altura mínima de
2,10 m. Em portas de duas ou mais folhas, pelo menos uma delas deve ter o vão livre de 0,80 m.
6.9.2.2 O mecanismo de acionamento das portas deve requerer força humana direta igual ou inferior a
36 N.
6.9.2.3 As portas devem ter condições de serem abertas com um único movimento e suas maçanetas
devem ser do tipo alavanca, instaladas a uma altura entre 0,90 m e 1,10 m. Quando localizadas em rotas
acessíveis, recomenda-se que as portas tenham na sua parte inferior, inclusive no batente, revestimento
resistente a impactos provocados por bengalas, muletas e cadeiras de rodas, até a altura de 0,40 m a partir
do piso, conforme figura 94.
6.9.2.4 As portas de sanitários, vestiários e quartos acessíveis em locais de hospedagem e de saúde
devem ter um puxador horizontal, conforme a figura 94, associado à maçaneta. Deve estar localizado a uma
distância de 10 cm da face onde se encontra a dobradiça e com comprimento igual à metade da largura da
porta. Em reformas sua utilização é recomendada quando não houver o espaço exigido nas figuras 92 e 93.
© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados
Que quiser toda a ABNT ACESSIBILIDADE NBR 9050 me mande um email que passo a copia em PDF
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