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sábado, 1 de dezembro de 2012

As Partes dos Telhados de Madeira, Passo a Passo!

Amigos, vamos conhecer as partes dos telhados de madeira. São muitas peças e nomes, mas é de fácil compreensão quando vemos nas figuras.




Vejam abaixo os nomes e função de cada peça ou elemento de telhado de madeira:
Tesoura: Principal elemento estrutural do telhado. O nome Tesoura é devido a sua forma triangular.
Macete 1: uma tesoura de telhado completa também é uma estrutura em treliça, ou seja, a tesoura é uma treliça de madeira.
Pendural: Peça vertical da Tesoura. Recebe as cargas das peças diagonais.
Diagonal: Tem esse nome devido a sua posição diagonal na Tesoura. Responsável por receber as cargas das terças.
Terças: Peças que estão posicionadas na longitudinal dos telhados. Responsável por unir as Tesouras do telhado e por receber a carga dos caibros e distribuir para as Tesouras.
Caibros: Tem a posição transversal em todo o telhado. Responsável por receber as cargas das ripas e transferir para as terças.
Ripas: Tem a posição longitudinal nos telhados, como as terças. Nas ripas que são apoiadas as telhas cerâmicas. São responsáveis, também, por transferir a carga (peso) das telhas e transferir para os caibros.
Chapuz ou Calço: Responsável por travar as Terças nas Diagonais.
Linha: Peça inferior da Tesoura. Tem a função de distribuir as cargas da tesoura para a viga ou pilar ou peça estrutural que ela estiver apoiada.
Cumeeira: Parte superior do telhado. É o divisor de águas do telhado. A telha que vai sobre a cumeeira é chamada de Selote.
Rincão: Quando duas águas do telhado se encontram em uma parte baixa, chama-se rincão ou água furtada. Essas águas estão sempre perpendiculares uma com a outra, ou seja, estão a 90° uma com a outra.
Beiral: Parte do telhado que se projeta além das paredes externas da edificação (casa, prédio, edícula, área pra churrasqueira, etc).
Testeira: Acabamento do telhado em madeira, geralmente peça com 15cm de largura.

Os Segredos de uma Cobertura Eficiente




sexta-feira, 16 de novembro de 2012

A Cor Azul na Arquitetura e Designer de Interiores



A Cor Azul na Arquitetura e Designer de Interiores 

O azul é uma cor que está em alta atualmente. Almofadasluminárias, tapetes, cadeiras e sofás são algumas peças fundamentais da decoração onde ela está presente.
Segundo o Feng Shui, o azul é uma ótima escolha para trazer paz e tranquilidade ao ambiente, transmitindo serenidade. Quanto mais claro o tom, maior é essa sensação. É indicado também para locais pequenos uma vez que gera uma sensação de expansão do local. O mar e o céu são azuis e não há nada melhor do que eles  como exemplo de imensidão. Os ambientes onde tradicionalmente mais se encontra o azul são o quarto de menino, quarto de bebê e a sala.
A cor apresenta variações como o azul celeste, azul turquesa, azul piscina, azul royal, azul índigo, azul cobalto e azul prússia. Se for decorar seu quarto opte pelos tons mais claros, pois facilitam o descanso e induzem ao sono. No caso dos banheiros, o azul-turqueza e outros tons mais associados à água são os indicados.  As opções são grandes mas tenha certeza que, seja qual for o tom do azul,  será sempre bem vindo!

A Cor Amarela na Arquitetura e Designer de Interiores 

decoração cor amarelo
Quer deixar o clima da sua casa ainda mais leve e alegre? Aposte na cor amarelona hora de decorar. É uma cor muito versátil e recomendada para todos osambientes , do mais contemporâneo ao mais tradicional.
Revigorante e jovem, o tom é ótimo para estimular a comunicação e a criatividade. É uma cor energética, quente e otimista que valoriza o espaço e a sua arquitetura.
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ambientes decorados
As tonalidades mais claras são indicadas para locais da casa onde se necessita de mais harmonia e paz, como as quartos e locais de descanso.
Evite usar tons muito fortes de amarelos, preferindo os mais claros, que deixam o ambiente mais leve e relaxante, além de muito bem decorado. Para espaços mais escuros, a cor vai muito bem, uma vez que potencializa a luz natural.
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sofás almofadas decorativas
Além disto, esta o amarelo é benéfico para unir a família, pois estimula a comunicação e as  longas conversas. É uma cor  agradável e de grande empatia. Ter uma sala decorada assim, certamente será uma aposta muito bem recebida pelas visitas.
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Assim como o azul é um tom que pode ser utilizado em locais da casa como obanheiro.
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ambiente decorado
Até nos ambientes mais formais o amarelo vai bem na hora de decorar como nesse escritório. O ar leve que a cor transmite contribui para descontrair e relaxar um pouco o local.
Combina muito bem com o branco trazendo equilíbrio e originalidade, além de ser um tom que está em alta na decoração.
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luminaria decorativa lustre pendente
O amarelo também está presente nas luminárias dando ainda mais brilho ao espaço.
Segundo o Feg Shui, a cor transmite disposição e bom humor. Nada melhor para alegrar o ambiente e o tornar ainda mais caloroso. Luminária Nantes na Art Maison.
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loja virtual decoraçãoAlmofadas na cor amarela são um grande complemento à decoração da casa.  Elas dão destaque ao sofá e, principalmente, à sala.
A combinação com o cinza e tons metálicos é sempre muito bem vinda e moderna.  A Trilogia de Almofadas Quadrados pode ser encontrada na Art Maison.

A Cor Verde na Arquitetura e Designer de Interiores



A Cor Verde na Arquitetura e Designer de Interiores 

Decidir por uma combinação de cores na hora de decorar não é  tarefa das mais fáceis, ainda mais tendo tantas opções de tons diferentes. Mesmo assim há cores que são quase unanimidades,  é o caso verde. Este pode ser utilizado na decoração de todos ambiente da casa sem restrições.
A cor é ligada ao elemento madeira e à primavera. Representa o crescimento, desenvolvimento e saúde. O verde é ainda a cor da natureza, e assim como oazul, transmite tranqüilidade e suavidade.
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decorar casa arquitetura
Dê as boas vindas às visitas com alegria decorando a sala de verde. Ao mesmo tempo que é elegante, é também alegre  e descontraído. Entretanto a cor precisa de um pouco de “vida” para não levar à apatia. Aposte nos tons mais vibrantes e ácidos. Se ainda está inseguro em apostar definitivamente na cor comprando um sofá, uma mesa ou pintando a parede, você pode começar por algumasalmofadas ou luminárias.
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decoração cor verde quartos casaAlmofadas Quadradas, na Art Maison
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decorando a casa na cor verdeAlmofadas Quadradas, na Art Maison
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Abajur Nantes, na Art Maison.
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arquitetura e decoradores
No quarto o verde é ótimo para revigorar. Roupas de cama verde são uma boa opção, dando entusiasmo ao ambiente, além de serem muito originais. Acalma os sentidos e o sistema nervoso. É  uma booa pedida para pessoas agitadas.
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decorando a casa e apartamento
O verde é uma cor harmoniosa que alimenta a sensação de paz interior, assim como o amarelo favorece a iluminação do lugar.
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almofadas luminárias
Quando utilizada nos banheiros contribui para elevar a energia do local, segundo o Feng Shui. Os tons podem ser revitalizantes. Combina muito bem com o branco em qualquer decoração, utilizando-se este como cor neutra e o verde como cor de realce.
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design e decoração
Pode ser usado também nas toalhas e armários dando um ar de  frescor.

by artmaison

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

ABNT ACESSIBILIDADE‏ NBR 9050

                                                                                                                              ABNT NBR 9050:2004

Figura 92 — Aproximação de porta frontal - Exemplo
Figura 93 — Aproximação de porta lateral - Exemplos
6.9.2.1 As portas, inclusive de elevadores, devem ter um vão livre mínimo de 0,80 m e altura mínima de
2,10 m. Em portas de duas ou mais folhas, pelo menos uma delas deve ter o vão livre de 0,80 m.
6.9.2.2 O mecanismo de acionamento das portas deve requerer força humana direta igual ou inferior a
36 N.
6.9.2.3 As portas devem ter condições de serem abertas com um único movimento e suas maçanetas
devem ser do tipo alavanca, instaladas a uma altura entre 0,90 m e 1,10 m. Quando localizadas em rotas
acessíveis, recomenda-se que as portas tenham na sua parte inferior, inclusive no batente, revestimento
resistente a impactos provocados por bengalas, muletas e cadeiras de rodas, até a altura de 0,40 m a partir
do piso, conforme figura 94.
6.9.2.4 As portas de sanitários, vestiários e quartos acessíveis em locais de hospedagem e de saúde
devem ter um puxador horizontal, conforme a figura 94, associado à maçaneta. Deve estar localizado a uma
distância de 10 cm da face onde se encontra a dobradiça e com comprimento igual à metade da largura da
porta. Em reformas sua utilização é recomendada quando não houver o espaço exigido nas figuras 92 e 93.
© ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados

Que quiser toda a ABNT ACESSIBILIDADE‏ NBR 9050 me mande um email que passo a copia em PDF


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Cálculo de Escadas

Cálculo de Escadas

Lei de Blondell

Com o aumento da demanda de construções nas grandes cidades e metrópoles em geral, aumentou a necessidade de edificações superpostas, logo a preemente necessidade de escadas. Procurando construir uma boa escada para um projeto, deparei-me com o cálculo de Blondell, aqui vai:

ESCADAS



1. Piso é a parte horizontal do degrau (p)
2. Espelho é a parte vertical do degrau, perpendicular ao piso (h)
3. Bocel é a saliência (balanço) do piso sobre o espelho (b)
4. Banzo é a peça ou viga lateral de uma escada
5. Linha de Bomba é a linha de contorno da parte interna de uma escada entre
os degraus quando estes fazem um giro de 180º.
6. Bomba é o espaço entre os dois lances da escada.

Dados experimentais fizeram concluir que:

• A altura recomendável para o espelho de uma escada deve ser no máximo de 0,18 m
(dezoito centímetros).
• A profundidade recomendável deve ser no mínimo de 0,25 m (vinte e cinco
centímetros).

Blondell, arquiteto francês, estabeleceu uma fórmula empírica que permite calcular a largura do piso em função da altura do espelho e vice-versa.

Esta fórmula é a seguinte:


2h + p = 0,64 m

Onde:
h = espelho
P = piso a ser determinado
0,64 = constante


CÁLCULO DE UMA ESCADA

Deve-se considerar:


• Altura do pé-direito;
• Espessura do piso superior (laje).
 
Soma-se a altura do pé-direito + a espessura da laje do piso superior = pé-esquerdo
Divide-se o resultado encontrado por 0,18 m (altura máxima permitida para espelho)

Por exemplo, considerando:

• Altura do pé-direito = 2,70 m
• Espessura da laje do piso superior = 0,15 m
 
Temos:

2,70 m + 0,15 m = 2,85 m (pé-esquerdo)

2,85 m : 0,18 m (máximo permitido para h) = 15,83 (arredondar SEMPRE para mais) = 16
degraus
 
Logo:

2,85 m (pé-esquerdo) : 16 degraus = 0,178m (NUNCA arredondar esse valor) = h (altura do
espelho)

Isto é, o número de degraus é igual a altura do pé-direito mais a espessura do piso superior, 
dividido pela altura do espelho.


Assim:

2,85 m : 0,178 m = 16 degraus
 
Calcula-se em seguida, pela fórmula de Blondell, a largura do piso do degrau (p).

2h (altura do espelho) + p (piso do degrau) = 0,64 (constante)

2 x 0,178 m + p = 0,64 0,356 m + p = 0,64 p = 0,64 – 0,356 m p = 0,284 m

Finalizando temos uma escada com: 16 degraus, espelho (h) = 0,178 m e piso (p) = 0,284 m

Para completar o cálculo da escada devemos determinar a distância em projeção horizontal, 
entre o primeiro e o último degrau.


Ora, uma escada de n degraus possui n – 1 pisos; logo a distância d será igual ao produto da 
largura do piso encontrado pelo número de degraus menos 1.


Segundo a LEI COMPLEMENTAR Nº 387 DE 13 DE ABRIL DE 2.000  das 
normas técnicas das edificações em geral, fica estabelecido que:

As escadas ou rampas devem ter largura mínima de 90 cm (noventa centímetros) e
passagem com altura mínima nunca inferior a 2,00 m (dois metros), salvo disposição
contrária existente em norma técnica.
  • As escadas e rampas de uso comum ou coletivo e as escadas de incêndio devem 
    ser dotadas de corrimão e obedecer às exigências contidas na NBR 9077.
  • Em caso de uso secundário ou eventual, será permitida a redução de sua largura 
    até o mínimo de 60 cm (sessenta centímetros).
  • A instalação de elevador em uma edificação não dispensa a construção de escada 
    ou rampa.

Algumas recomendações:


Nas escadas com mais de 19 (dezenove) degraus, será obrigatório intercalar um patamar,

com a profundidade mínima igual a largura da escada.

As escadas deverão ter as seguintes larguras mínimas úteis:

• 0,90 m em edifícios residenciais unifamiliares
• 1,20 m em edifícios residenciais com até três pavimentos
• 1,50 m em edifícios de mais de três pavimentos, destinados a locais de reunião com
capacidade de até 150 (cento e cinqüenta) pessoas

As escadas deverão ter as seguintes alturas de espelho:

• 0,18 m em escadas internas
• 0,15 m em escadas externas (recomendação)

Obs.: consultar o Código de Edificações e de Posturas do município da edificação.


ALTURA LIVRE

Nos projetos de escada é necessário examinar a altura livre de passagem. Trata-se da distância, medida na vertical, entre o piso do degrau e o teto. 
Ou seja, a laje intermediária entre um pavimento e o outro.
Esta altura nunca deve ser inferior a 2,00 m (dois metros), conforme mostra a figura abaixo:


CAIXA DE ESCADA

É o compartimento em que a escada é colocada. As suas dimensões dependem do desenvolvimento da escada e, por conseguinte, do pé-direito do edifício. Deve ser amplamente iluminada com luz direta do exterior através de janelas em plano vertical.


SEMPRE QUE POSSÍVEL EVITE CONSTRUIR DEGRAUS EM LEQUE, ELES COSTUMAM CAUSAR ACIDENTES E DIFICILMENTE SERÃO APROVADOS PELO CORPO DE BOMBEIROS DE SEU MUNICÍPIO.

Por Marcelo Lorenzati

domingo, 8 de abril de 2012

DICIONÁRIO DE ARQUITETURA






DICIONÁRIO DE ARQUITETURA






A


Abrasão
Desgaste causado nas superfícies pelo movimento de pessoas ou objetos.
Abraçadeira
Peça em ferro que segura as vigas do madeiramento ou parede.
Abrigo
Lugar onde o homem pode se proteger das intempéries. No uso corrente, indica locais como garagem, também chamada abrigo de carro, automóvel.
Acabamento
Arremate final da estrutura e dos ambientes da casa, feito com os diversos revestimentos de pisos, paredes e telhados.
Acetinado
Todo o material tratado para ter textura semelhante ao cetim.
Acesso
Rampa, escada, corredor ou qualquer meio de entrar e sair de um ambiente, uma casa ou um terreno.
Acidato
Tratamento à base de ácido sobre vidro, é mais perfeito que o jateamento, não mancha ao toque dos dedos, porém ainda caro, é Italiano o processo.
Aclive
Quando o terreno se apresenta em subida em relação à rua; ladeira, vista de baixo para cima.
ACM
Designa alumínio composto ver "alucobond".
Aço-carbono
Liga de aço e carbono que resulta num material leve e de grande resistência.
Aço-inoxidável
Aço resistente à oxidação, independentemente das temperaturas, e resistente também à corrosão por agentes químicos.
Acústica
A parte da física das construções que trata do projeto e construção de recintos com certas características, como ausência de eco e de reverberação, de modo a permitir a audição distinta dos sons produzidos ou propagados e a assegurar a isolação dos mesmos em relação aos ruídos externos, e vice-versa.
Adega
Também conhecida como cave. A palavra, provavelmente, tem origem no termo francês cave: lugar especial da casa, em geral no subsolo, onde se guardavam os vinhos e os azeites. A adega precisa de ter condições climáticas controladas, para melhor conservar os vinhos e outras garrafas de bebidas, em condições adequadas de temperatura e umidade.
Adobo (ou Adobe)
Tijolo ou paralelepípedo feito com uma mistura de barro cru, areia em pequena quantidade, estrume e fibra vegetal ou ainda crina de animais. Possui em geral grandes dimensões e é seco à sombra e, depois, ao sol, que difere do tijolo por não ser cozido ao forno. Deve ser revestido com massa de cal e areia e podem ser argamassados com barro. O termo adobe vem do árabe attobi e designa, também, seixos rolados dos leitos de rios.
Afastamento (ou Recuo)
Refere-se às distâncias entre as faces da construção e os limites do lote ou terreno.
Aglomerado (ou Contraplacado)
Placa prensada, composta de serragem compactada com cola ou resina e arrematada com duas lâminas de madeira.
Agregado
É o material mineral (areia, brita, etc.) ou industrial que entra na preparação do concreto.
Agregado leve
É o material mineral composto por argila expandida, e de peso específico menor que o da água ( flutua ). Também conhecido pelo nome do fabricante VERMICULITA ou CINASITA no Brasil.
Agrimensura
É a Medição de superfície dos terrenos na qual o arquiteto se baseia para executar seu trabalho.
Água do telhado
Cada uma das superfícies inclinadas da cobertura, que principia no espigão horizontal (cumeeira) e segue até à beirada.
Água-furtada
Vão entre as tesouras do telhado. Ângulo do telhado por onde correm as água pluviais. Quando provido de janelas, também recebe o nome de mansarda. Sótão com janelas que se abrem sobre as águas do telhado.
Água-mestra
Nos telhados retangulares de quatro águas, é o nome que se dá às duas águas de forma trapezoidal. As duas águas triangulares chamam-se tacaniças.
Alambrado
A cerca feita com fios de arame que delimita um terreno.
Alçapão
Portinhola no piso ou no forro que dá acesso a caves ou sótãos.
Alicerce
Maciço de alvenaria enterrado que recebe a carga das paredes da construção. Antiga regra prática estabelece que o alicerce equivale à sexta parte da altura da parede sustentada, com largura igual ao dobro da espessura dessas paredes. Ver Fundação.
Alisar
Revestimentos das paredes, ombreiras e folhas de janelas. Guarnição de madeira da parte interna das portas e janelas. Régua fixa na parede, para proteção, na altura do encosto das cadeiras. Ver Guarnição.
Alpendre
Cobertura suspensa por si só ou apoiada em colunas sobre portas ou vãos. Geralmente, fica localizada na entrada da casa. Aos alpendres maiores dá-se o nome de varanda.
Alto-relevo
Saliência criada e definida numa superfície plana.
Alvará de construção
Documento emitido pela autoridade municipal onde a construção está localizada, que licencia a execução da obra, para sua obtenção existem uma série de exigências a serem cumpridas, como entrega de jogo de plantas devidamente assinadas pelos PREO e proprietário.
Alvenaria
Conjunto de pedras, de tijolos ou de blocos - agregado ou unido com argamassa ou não - que forma paredes, muros e alicerces. Quando esse conjunto sustenta a casa, ele chama-se alvenaria estrutural. O próprio trabalho do pedreiro.
Amarração
Última fiada posta num painel de alvenaria ou blocos, feita pelo pedreiro, os blocos são dispostos em geral diagonalmente e prensando a massa, hoje esta técnica tem sido dispensada. A maneira de dispor dos materiais de construção de modo a formarem um conjunto coeso e estável. JUNTA AMARRAÇÃO. É o tipo de colocação de tijolos em que um trava o deslocamento do outro. Existem alguns tipos, como a junta amarração simples, a junta amarração francesa etc .
Amianto
Tem origem num mineral chamado asbesto e é composto por filamentos delicados, flexíveis e incombustíveis. É usado na construção de refratários e na composição do fibrocimento, seu pó é extremamente tóxico e nocivo.
Andaime
Equipamento em forma de plataforma usada para alcançar pavimentos superiores das construções e executar serviços em diversos níveis acima do piso.
Anfiteatro
Espaço teatral com palco central ou espectadores também à esquerda e a direita.
Ante-projeto
Primeiras linhas traçadas pelo arquiteto em busca de uma idéia ou concepção para desenvolver um projeto.
Ante-sala
Aposento que antecede uma sala.
Aplique
Ornamento. Enfeite fixado em paredes ou muros.
Aprumar
Acertar a verticalidade de paredes , colunas ou esquadrias por meio do chamado fio de prumo.
Aquecimento central
Sistema provido de resistências elétricas ou de serpentinas (se o aquecimento for feito a gás) que centraliza o aquecimento da água de todas as torneiras de uma casa.
Arara
Móvel para uso em lojas de roupas em geral constituídas por tubos metálicos.
Arcada
Sucessão de arcos.
Arco
Semi-circunferência que cobre um vão. Nome dado à construção que dá origem às abóbadas.
Arenito
Rocha composta de pequenos grãos de quartzo, calcário ou feldspato, usada em pisos externos. Nos pisos internos, o arenito normalmente recebe polimento e rejunte de granilite.
Área de uso comum
É a área que pode ser utilizada em comum por todos os proprietários do prédio ou condomínio, sendo livre o acesso e o uso, de forma comunitária. exemplo: portaria , corredores etc...
Área útil
É a área individual. É a soma das áreas dos pisos do imóvel, sem contar as paredes, ou seja, restrita aos limites. Também é conhecida como área de "vassoura "
Área privativa
É a área do imóvel da qual o proprietário tem total domínio. É composta pela superfície limitada da linha que contorna externamente as paredes das dependências (cobertas ou descobertas) de uso privativo e exclusivo do proprietário.
Argamassa
Mistura de materiais inertes (areia) com materiais aglomerantes (cimento e/ou cal) e água, usada para unir ou revestir pedras, tijolos ou blocos, que forma conjuntos de alvenaria. Ex.: argamassa de cal (cal+areia+água). A argamassa magra ou mole é a mistura com menor quantidade de aglomerante (cal e/ou cimento), responsável pela aglutinação. Já a argamassa rica tem o aglomerante em abundância.
Argila expandida
É o agregado mineral leve, com peso específico menor que o da água ( flutua ). Conhecida pelo nome do fabricante VERMICULITA ou CINASITA no Brasil.
Armadura estrutural
Conjunto de ferros que ficam dentro do concreto e dão rigidez à obra, isto é à peça depois que o concreto atinge sua resistência aos 28 dias, permanecendo escorada a obra obedecendo a regras bem definidas de desforma.
Arquiteto
Profissional que idealiza e projeta uma construção. Possui a arte da composição, o conhecimento dos materiais e suas técnicas e a experiência na execução de obras.
Arquitetura
Arte de compor e construir edifícios para qualquer finalidade, tendo em vista o conforto humano, a realidade social e o sentido plástico da época em que se vive ou que se quer copiar. Uma das artes mais antigas. Escritos medievais são ilustrados com Deus segurando compasso e esquadro, uma alusão ao arquiteto do universo.
Arquitrave
Viga de sustentação ou verga principal que se apoia, em suas extremidades, em colunas ou pilares. Caracteriza o sistema arquitravado de envasaduras, cujas vergas são planas e horizontais. É a primeira parte do entablamento, ficando entre os capitéis das colunas e o friso.
Arquivolta
Moldura que acompanha o desenvolvimento de um arco.
Art (CREA)
A ART assim denomina-se a anotação de responsabilidade técnica que deve ser feita para cada obra, mediante o pagamento de taxa tabelada pelo CREA da Região, cada tipo de projeto obriga a retirada de uma ART distinta e o profissional tem que ser cadastrado no CREA da sua região.
As-Build - Como Construído
É o termo utilizado para indicar um projeto que teve lançado nele todas as modificações durante a construção ou reforma, principalmente útil em instalações. Somos favoráveis à utilização do segundo termo em português.
Asa
O mesmo que ala. O lado ou flanco de uma construção; cada uma das folhas de uma dobradiça.
Assentar
Colocar e ajustar tijolos, blocos, esquadrias, pisos, pastilhas e outros acabamentos.
Aterramento
Colocação de hastes de cobre enterradas de acordo com técnica própria para se obter um ponto de terra dito neutro ou sem carga que é ligado ao quadro ou equipamento.
Aterro
Colocação de terra ou entulho para nivelar uma superfície irregular.
Átrio
Pátio de entrada das casas romanas, cercado por telhados pelos quatro lados, porém descoberto. Hoje o termo identifica um pátio de entrada de uma habitação.
AutoCAD
Software que facilita a confecção de plantas e croquis, oferecendo ferramentas essenciais para realizar projetos em computador. Fabricado pela Autodesk.
Azulejo
Ladrilho. Placa de cerâmica podendo ser polida e vidrada de diversas cores. A origem do azulejo remonta aos povos babilônicos. Com os árabes, os azulejos ganharam maior difusão, marcando fortemente a arquitetura moura na Península Ibérica. Originalmente, os azulejos apresentavam relevos, característica que ainda sobrevive até hoje.


B
Baguete
A moldura simples, de seção reduzida, cujo perfil, em geral, é de um arco de círculo, em madeira, plástico ou metal, usado em aplicações ornamentais, arremates, fixação de vidros etc.
Baixo-relevo
Trabalho de escultura em que as figuras sobressaem muito pouco em relação à superfície que lhes serve de fundo.
Balanço
Saliência ou corpo que se projeta para além da prumada de uma construção, sem estrutura de sustentação aparente.
Balaústre
Pequena coluna ou pilar em metal, madeira, pedra ou alvenaria que, alinhada lado a lado, sustenta corrimãos e guarda-corpos. Tem origem no latim balaustium, nome da flor de romã, cuja forma inspirou os primeiros balaústres.
Balcão
Elemento em balanço, na altura de pisos elevados, disposto diante de portas e janelas. É protegido com grades ou peitoril.
Baldrame
Designação genérica dos alicerces de alvenaria. Conjunto de vigas de concreto armado que corre sobre qualquer tipo de fundação. Peças de madeira que se apoiam nos alicerces de alvenaria e que recebem o vigamento do soalho.
Bandeira
Caixilho fixo ou móvel, situado na parte superior de portas e janelas. Pode ser fixo ou móvel, favorecendo a iluminação e a ventilação dos ambientes.
Bangalô
Do inglês bungalow, designa as casa de campo construídas na Índia, térreas e com grandes varandas cobertas.
Banner
Termo que significa elemento de propaganda ou letreiro.
Banzo
Viga onde engastam-se os degraus das escadas, tanto fixas como móveis; nas vigas T ou duplo T, é o nome das abas normais à alma, também chamamos mesa nesse caso do perfil.
Barrado
Lambris, revestimento colocado nas partes inferiores das paredes.
Barracão
Abrigo ou telheiro, ou casa provisória, geralmente de madeira, para guardar utensílios ou depositar materiais de construção, num canteiro de obras; barraca.
Barra anti-pânico
Ferragem que permite abertura rápida de portas para saídas de emergência.
Barroco
Estilo marcado pelo excesso de detalhes e de rebuscamentos. Historicamente, foi uma reação à austeridade do período artístico anterior, o Clássico. Na arquitetura, introduziu novas concepções de espaço, de tempo e, principalmente, de movimento. Assim, as construções exibem um vasto número de ornatos, apliques e pingentes que parecem flutuar em fachadas e paredes. Trazido pelos portugueses, o Barroco ganhou diferentes feições no Brasil. Enquanto as construções da Bahia copiaram o modelo europeu, as obras de Minas Gerais do século XVIII apresentam soluções formais simplificadas, inéditas, originais.
Barrote
Ou Granzepe estreita peça de madeira, chumbada com massa na laje, que permite fixar através de pregos o piso de tábuas corridas. Tem a seção trapezoidal com a base maior posicionada no piso mede 3 a 5 centímetros de largura e de 2.5 a 3.5 centímetros de altura.
Basalto
Rocha muito dura, de grão fino e cor escura, usada na pavimentação de estradas e na construção.
Basculante
A peça que leva esse nome devido ao sistema empregado em portas e janelas, onde as peças giram em torno de um eixo até atingir a posição perpendicular em relação ao batente ou à esquadria, abrindo vãos para ventilação.
Bay-Window
Janela de três faces, instalada no nível térreo, projetada para fora do prumo da construção.
Batente
Rebaixo onde a porta ou a janela encaixam-se ao fechar. A folha que fecha primeiro, na portas ou janela.
BDI - Beneficio de Despesas Indiretas
É o índice utilizado pelo construtor para ter a remuneração pelo serviço executado.
Beiral
Prolongamento do telhado para além da parede externa, protegendo-a da ação das chuvas. As telhas dos beirais podem ser sustentadas por mãos-francesas e fixadas por arames de cobre.
Benfeitorias
São as obras ou despesas que se fazem num imóvel visando a conservação, a melhoria ou simplesmente, o embelezamento, tornando-o mais agradável. Classificadas em: necessárias: para conservar ou evitar a deterioração (reforço das fundações); úteis ou proveitosas: aumentam ou facilitam o uso da coisa (construção de garagem); voluptuárias: as que não aumentam o uso habitual, sejam ou não de grande valor (piso em mármore, piscina).
Betão (Portugal)
Mistura de água, cimento, areia e pedra britada, em proporções prefixadas, que forma uma massa compacta e endurece ou ganha pega com o tempo. concreto aparente é aquele que não recebe revestimentos. concreto armado: na sua massa dispõem-se armaduras de aço chamados de vergalhões para aumentar a resistência. concreto ciclópico tem pedras aparentes e de volume avantajado e de formas irregulares. concreto celular é uma variável que substitui a pedra britada por microcélulas de ar obtidas por uma betonagem adequada, conferindo-lhe grande leveza e a aparência de espuma, servindo para enchimentos.
Betoneira
Máquina que prepara o betão ou concreto ou mistura as argamassas.
Bica corrida
Assim chamada determinada granulometria de material oriundo de brita, conjunto de pedra britada, pedrisco e pó-de-pedra, sem graduação definida, obtido diretamente do britador, sem separação por peneiração.
Bit
Detalhe de aresta em pedras com reentrância 1x1 cm na face externa ou que fica a vista. Não confundir com "rincão" que seria a reentrância na face interna ou que fica colada.
Bloco
Designa edifícios que constituem um só conjunto construído.
Bloco cerâmico
Ou Tijolo de Barro elemento de vedação com medida-padrão. Pode ter função estrutural ou não, tem como fim a execução das paredes.
Bloco de concreto
Elemento de dimensões padronizadas. Tem função estrutural ou decorativa, sua qualidade geralmente é melhor que o de cerâmica ou barro.
Bloco de gesso
Elemento de gesso vazado medindo 70x50x7,5 cm macho x fêmea, assentado para executar paredes com acabamento final para pintura.
Bloco de vidro
Elemento de vedação que ajuda a iluminar o ambiente, é empregado com uso de vergalhões intercalados na massa para dar estrutura e segurança na parede.
Bloco sílico-calcário
Mistura de areia silicosa e cal virgem. Tem função estrutural.
Bloquete ou bloket
Elementos pré-moldados de concreto altura de 6 e 8 cm com formato de 16 faces ( ou menos ) de encaixe utilizável em pavimentação intertravada sobre colchão de pedra, pedrisco e areia, cada fabricante dá um nome.
Bocel
Moldura estreita, em meia-cana, que circunda a parte inferior da coluna. Nos degraus das escadas, é a parte do piso que sobressai além da prumada do espelho, formando um dente.
Boiler
Equipamento e local em que a água de um sistema de aquecimento central é represada e mantida em determinada temperatura.
Boqueta
Designa qualquer abertura em paredes divisórias para passagem de objetos ou atendimento, podendo possuir esquadria ou vidro e possuir chapim, chama-se "passa prato" em lojas alimentícias.
Borracha de Nível
Tubo plástico transparente que cheio de água permite tomar o mesmo nível em diversos pontos da obra à distancia.
Bow-window
Janela semicircular que se projeta para fora das paredes.
Bomba
Equipamento que aspira um fluido ou material sólido pulverizado por meio de uma boca de aspiração e o expulsa por meio de outra boca, de impulsão, permitindo o transporte do lugar onde se acha até outro, onde deve ser despejado.
Bomba aspirante
Tipo de bomba que trabalha de modo que a altura de elevação é ganha unicamente durante a fase de aspiração.
Bomba centrífuga
Tipo de bomba em que a roda de pás gira e provoca a aceleração radial centrífuga do fluido ou material sólido.
Boneca
Elemento construtivo vertical de dimensões reduzidas, para criar complemento Arquitetônico ou afastar por exemplo uma porta ou janela de um canto. É também a saliência de alvenaria onde é fixado o marco ou grade de portas e de janelas. O mesmo que espaleta.
Braçadeira
Peça metálica que, normalmente, segura as vigas ou tesouras do madeiramento. Também fixa peças, como tubos, em paredes.
Brita (Pedra britada)
Pedra fragmentada. Fragmentos de pedra de dimensões padronizadas usados na concretagem. Dependendo de seu diâmetro máximo, é classificada de 0 a 4, da menor para a maior.
Brita corrida
O mesmo que brita.
Broca
Ver Estaca broca. Também designa um inceto que corrói a madeira.
Broxa
Pincel grande usado na caiação das paredes.
Bueiro
Conjunto de caixa e tampa grelhada, abertura por onde escoam as águas pluviais das sarjetas e ruas chamado boca-de-lobo.
Bundoril
Peça geralmente de madeira que serve de acento em shoppings e praças.




C


Cabochão
Peça em forma de losango que dá acabamento a pisos feitos com pedras, cerâmicas ou azulejos.
Cachorro
Peça em pedra ou madeira, em balanço, que dá sustentação aos beirais e ao piso de sacadas ou balcões.
Caderno de encargos
É o conjunto de especificações técnicas, critérios, condições e procedimentos estabelecidos pelo contratante para a contratação, execução, fiscalização e controle dos serviços e obras