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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Cálculo de Escadas

Cálculo de Escadas

Lei de Blondell

Com o aumento da demanda de construções nas grandes cidades e metrópoles em geral, aumentou a necessidade de edificações superpostas, logo a preemente necessidade de escadas. Procurando construir uma boa escada para um projeto, deparei-me com o cálculo de Blondell, aqui vai:

ESCADAS



1. Piso é a parte horizontal do degrau (p)
2. Espelho é a parte vertical do degrau, perpendicular ao piso (h)
3. Bocel é a saliência (balanço) do piso sobre o espelho (b)
4. Banzo é a peça ou viga lateral de uma escada
5. Linha de Bomba é a linha de contorno da parte interna de uma escada entre
os degraus quando estes fazem um giro de 180º.
6. Bomba é o espaço entre os dois lances da escada.

Dados experimentais fizeram concluir que:

• A altura recomendável para o espelho de uma escada deve ser no máximo de 0,18 m
(dezoito centímetros).
• A profundidade recomendável deve ser no mínimo de 0,25 m (vinte e cinco
centímetros).

Blondell, arquiteto francês, estabeleceu uma fórmula empírica que permite calcular a largura do piso em função da altura do espelho e vice-versa.

Esta fórmula é a seguinte:


2h + p = 0,64 m

Onde:
h = espelho
P = piso a ser determinado
0,64 = constante


CÁLCULO DE UMA ESCADA

Deve-se considerar:


• Altura do pé-direito;
• Espessura do piso superior (laje).
 
Soma-se a altura do pé-direito + a espessura da laje do piso superior = pé-esquerdo
Divide-se o resultado encontrado por 0,18 m (altura máxima permitida para espelho)

Por exemplo, considerando:

• Altura do pé-direito = 2,70 m
• Espessura da laje do piso superior = 0,15 m
 
Temos:

2,70 m + 0,15 m = 2,85 m (pé-esquerdo)

2,85 m : 0,18 m (máximo permitido para h) = 15,83 (arredondar SEMPRE para mais) = 16
degraus
 
Logo:

2,85 m (pé-esquerdo) : 16 degraus = 0,178m (NUNCA arredondar esse valor) = h (altura do
espelho)

Isto é, o número de degraus é igual a altura do pé-direito mais a espessura do piso superior, 
dividido pela altura do espelho.


Assim:

2,85 m : 0,178 m = 16 degraus
 
Calcula-se em seguida, pela fórmula de Blondell, a largura do piso do degrau (p).

2h (altura do espelho) + p (piso do degrau) = 0,64 (constante)

2 x 0,178 m + p = 0,64 0,356 m + p = 0,64 p = 0,64 – 0,356 m p = 0,284 m

Finalizando temos uma escada com: 16 degraus, espelho (h) = 0,178 m e piso (p) = 0,284 m

Para completar o cálculo da escada devemos determinar a distância em projeção horizontal, 
entre o primeiro e o último degrau.


Ora, uma escada de n degraus possui n – 1 pisos; logo a distância d será igual ao produto da 
largura do piso encontrado pelo número de degraus menos 1.


Segundo a LEI COMPLEMENTAR Nº 387 DE 13 DE ABRIL DE 2.000  das 
normas técnicas das edificações em geral, fica estabelecido que:

As escadas ou rampas devem ter largura mínima de 90 cm (noventa centímetros) e
passagem com altura mínima nunca inferior a 2,00 m (dois metros), salvo disposição
contrária existente em norma técnica.
  • As escadas e rampas de uso comum ou coletivo e as escadas de incêndio devem 
    ser dotadas de corrimão e obedecer às exigências contidas na NBR 9077.
  • Em caso de uso secundário ou eventual, será permitida a redução de sua largura 
    até o mínimo de 60 cm (sessenta centímetros).
  • A instalação de elevador em uma edificação não dispensa a construção de escada 
    ou rampa.

Algumas recomendações:


Nas escadas com mais de 19 (dezenove) degraus, será obrigatório intercalar um patamar,

com a profundidade mínima igual a largura da escada.

As escadas deverão ter as seguintes larguras mínimas úteis:

• 0,90 m em edifícios residenciais unifamiliares
• 1,20 m em edifícios residenciais com até três pavimentos
• 1,50 m em edifícios de mais de três pavimentos, destinados a locais de reunião com
capacidade de até 150 (cento e cinqüenta) pessoas

As escadas deverão ter as seguintes alturas de espelho:

• 0,18 m em escadas internas
• 0,15 m em escadas externas (recomendação)

Obs.: consultar o Código de Edificações e de Posturas do município da edificação.


ALTURA LIVRE

Nos projetos de escada é necessário examinar a altura livre de passagem. Trata-se da distância, medida na vertical, entre o piso do degrau e o teto. 
Ou seja, a laje intermediária entre um pavimento e o outro.
Esta altura nunca deve ser inferior a 2,00 m (dois metros), conforme mostra a figura abaixo:


CAIXA DE ESCADA

É o compartimento em que a escada é colocada. As suas dimensões dependem do desenvolvimento da escada e, por conseguinte, do pé-direito do edifício. Deve ser amplamente iluminada com luz direta do exterior através de janelas em plano vertical.


SEMPRE QUE POSSÍVEL EVITE CONSTRUIR DEGRAUS EM LEQUE, ELES COSTUMAM CAUSAR ACIDENTES E DIFICILMENTE SERÃO APROVADOS PELO CORPO DE BOMBEIROS DE SEU MUNICÍPIO.

Por Marcelo Lorenzati

sexta-feira, 16 de março de 2012

Dúvidas, Dicas e Tuques AutoCAD

Ola Pessoal esse espaço(Grupo-Grupos do Google)Para tirar dúvidas, trocar ideias, dicas... sobre o AutoCAD,SketchUP, REVIT e muito mais.

Clique no link---> http://groups.google.com/group/magodocad/t/c86c0b2845a205ae
E tire suas duvidas, vejas dicas, truques e muito mais.

http://groups.google.com/group/magodocad

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Autodesk Revit

Ja pensou em desenhar a planta baixa de seu projeto e automaticamente estar
desenhando fachadas, cortes, detalhes, Maquete 3D,
gerar lista de material etc?

Isso é possivel?
Sim!
Com o Revit isso é possivel e de forma muito fácil !




O BIM (Bulding Information Modeling) é um banco de dados que agrupa as mais diversas informações de um Projeto em uma só ferramenta. O projeto arquitetônico, os projetos complementares, o sistema construtivo, o quantitativo, o orçamento e o planejamento de obra, entre outras, são algumas das informações contidas no BIM









O BIM – Building Information Modeling é o processo pelo qual se desenvolvem projetos arquitetônicos e de engenharia substituindo a representação por desenho geométrico, pela simulação virtual do projeto.

BIM[1] (Building Information Model ou Building Information Modeling) que significa tanto Modelo de Informação da Construçãoquanto Modelagem de Informação da Construção é um conjunto de informações geradas e mantidas durante todo o ciclo de vida de um edifício.
Há duas teorias sobre a origem do termo. O primeiro é que o termo foi criado pela Autodesk para descrever 4D, orientado ao objeto, AEC-específica CAD.
A segunda teoria afirma que o Professor Charles M. Eastman do Instituto de Tecnologia da Georgia criou o conceito, nao o termo.
Essa teoria é baseada tendo em vista que o termo Building Information Model é basicamente o mesmo que Building Product Model, a qual o professor Eastman tem usado extensivamente em seus livros e documentos desde finais dos anos 1970. ('Product model' significa 'informação de modelo' na engenharia.) No entanto, o termo foi popularizado por Jerry Laiserin como nome comum para uma representação digital do processo de construção para facilitar o intercâmbio e a interoperabilidade de informação em formato digital. De acordo com ele e outros, a primeira aplicação do BIM estava sob o conceito de Edifício Virtual do ARCHICAD Graphisoft da Nemetschek, na sua estréia em 1987[2]

Definição

O BIM abrange geometria, relações espaciais, informações geográficas, as quantidades e as propriedades construtivas de componentes (por exemplo, detalhes dos fabricantes). BIM pode ser utilizado para demonstrar todo o ciclo de vida da construção, incluindo os processos construtivos e fases de instalação.
O BIM pressupõe que quando o arquiteto modela o edifício virtual, utilizando ferramentas tridimensionais (Scia Engineer, Allplan, Revit, Bentley Architecture, ArchicadVectorWorksTekla Structures, Cype, entre outras), toda a informação necessária à representação gráfica(desenhos rigorosos), à análise construtiva, à quantificação de trabalhos e tempos de mão-de-obra, desde a fase inicial do empreendimento até a sua conclusão, ou até mesmo ao processo de desmontagem ao fim do ciclo de vida útil, se encontra no modelo.
Ou seja, a partir do momento em que se desenha uma peça arquitetônica, como por exemplo um pequeno edifício, constituído por quatro paredes, um telhado e uma laje de piso, toda a informação necessária para a sua validação e execução, se encontra automaticamente associada a cada um dos elementos.
Dentre os variados programas de modelação paramétrica, direcionados para o modelo arquitectonico, o Archicad é considerado um programa 5D, porque além da modelação 3D, permite igualmente a alimentação de dados à obra (e respectivo acompanhamento), em tempo real, bem como a quantificação de todo o processo e respectiva orçamentação. Permite também a conversão do modelo em diversos formatos, um dos quais é de domínio público e freeware: o formato IFC, que exporta todo o modelo e respectivos dados apensos, em formato txt.
A estrutura BIM não é aplicável, unicamente, à engenharia, mas, principalmente, à arquitetura, considerando que é esta a actividade precursora de muitos trabalhos de engenharia.
A par destes processos que são bastante conhecidos -
Devemos considerar, igualmente, uma nova tecnologia Generative Components, que permite o desenvolvimento do processo de projecto, estudando virtualmente, o conceito e a forma da peça arquitectónica.

[editar]Conceitos Genéricos

Os BIM são frequentemente vistos como a nova geração de ferramentas CAD. A necessidade de criar um modelo central representativo dos processos de construção, levou a que se percebesse a importância em abandonar a simples representação de elementos através de linhas, formas e texto, e se passasse a representar um modelo como uma associação de elementos individuais, através de uma modelação orientada por objectos. Para tal, os elementos passam a ser definidos, sendo-lhes atribuído significado semântico e associadas propriedades. São estabelecidas ligações que definem o modo de interacção dos elementos entre si e com o modelo global. Os objectos são organizados numa estrutura racional dividida por especialidade e estratificada por nível de pormenorização.
Numa típica aplicação BIM a concepção do edifício é feita através da agregação dos elementos construtivos tanto em 2D como em 3D. Para cada elemento construtivo, por exemplo uma parede, é possível especificar não só os parâmetros geométricos como a espessura, o comprimento e a altura, como também outros parâmetros como o material da parede, as tramas de superfície, propriedades térmicas e acústicas, custos de material e custos de construção, entre outros, permitindo inclusive ao utilizador a introdução de parâmetros ao seu critério.
BIM é diferente de CAD 3D. Num BIM a informação encontra-se interligada por via de relações paramétricas o que significa que as alterações são processadas em tempo real em todo o modelo, evitando a propagação de erros e dinamizando os processos de actualização. A automatização da produção das peças automáticas de um projecto é uma das grandes bandeiras da modelação BIM, com as vistas a serem obtidas automaticamente a partir do modelo do edifício. Esta funcionalidade tira partido das relações paramétricas entre os elementos do modelo na medida em que permite trabalhar em qualquer uma das vistas sem a preocupação de ajustar as restantes. O modelo executa as alterações automaticamente. Por outro lado, sendo o utilizador a definir que vista pretende extrair, consegue-se retirar pormenores que de forma manual são demasiado complexos para desenhar.
Um BIM engloba várias especialidades da construção. Assim, as aplicações mais correntes permitem a concepção de modelos de arquitectura, modelos de estruturas e modelos de redes. Certas aplicações, como por exemplo o Autodesk Revit, separam os módulos por diferentes aplicações, no entanto, este tipo de sistemas vem preparado para sincronizar os vários modelos de modo a centralizar a informação e a permitir a sobreposição de projectos com vista à detecção de erros. No caso da Autodesk e para este efeito, existe uma outra aplicação, o NavisWorks, cuja função é a compatibilização de projectos e identificação de conflitos.
A compatibilização de modelos é uma das bandeiras do BIM, possibilitando uma [3], a compatibilização dos elementos, a identificação de erros e omissões, a produção de vistas e pormenores complexos e a extracção de quantidades globais, no entanto, esta função obriga a requisitos de interoperabilidade entre sistemas. Interoperabilidade define-se como a capacidade de dois ou mais sistemas trocarem dados entre si e representa um dos mais fortes motivos para as derrapagens orçamentais, com estudos a apontarem valores na ordem dos biliões de dólares gastos por ano. Actualmente, a adopção de ferramentas BIM ainda se encontra numa fase inicial, pelo que ainda não é possível identificar uma preferência clara dos utilizadores a nível de aplicação BIM, logo, os problemas de interoperabilidade subsistem. Nos últimos tempos, um formato, mais do que todos os outros, tem sobressaído consideravelmente no que diz respeito à interoperabilidade entre sistemas, o modelo IFC (Industry Foundation Classes). Desenvolvido pela buildingSMART, uma associação não lucrativa composta por profissionais ligados à construção, pretende-se que o modelo IFC funcione como a ponte de ligação entre aplicações BIM, operando não só como formato de interoperabilidade mas também como sistema de classificação para organizar e definir o modo de representação da informação da construção [4].







domingo, 23 de outubro de 2011

Atalhos para os comandos mais utilizados no Autocad

A, *ARC -> Desenha arcos. Deve-se sempre considerar o sentido anti-horário para o desenho dos arcos.
AA, *AREA -> Informa a área e o perímetro de figuras definidas por pontos ou por polilinhas.
B, *BLOCK -> Este comando cria uma entidade “bloco” com as entidades seleccionadas. Este bloco criado existe somente no desenho em edição.
Obs: É possível redefinir um bloco no desenho, refazendo o bloco utilizando o mesmo nome.
C, *CIRCLE -> Desenha círculos pelo centro e raio; centro e diâmetro; 2 pontos; 3 pontos; duas tangentes e raio e três tangentes.
CO, *COPY -> Copia uma entidade ou um grupo de entidades seleccionadas de um ponto base para um ponto final. A opção multiplus permite a cópia do mesmo objecto várias vezes.
Obs: A opção COPY WITH BASE POINT é muito útil para copiar um objecto para outra parte do desenho tendo um ponto de referência. Igualmente útil é a opção COLAR COM AS COORDENADAS ORIGINAIS, que permite colar uma entidade num ambiente de trabalho novo, mantendo a sua localização espacial.
DI, *DIST -> Informa a distância entre dois pontos.
E, *ERASE -> Apaga uma entidade ou um grupo de entidades seleccionadas.
EX, *EXTEND -> Estende uma linha, polilinha ou arco em direcção a uma outra entidade (fronteira).
As fronteiras devem estar no alcance das entidades, caso contrário, durante a utilização do comando Extend, alterar na opção EDGE, de No extend para Extend.
1° – Selecciona-se as fronteiras
2° – Selecciona-se as entidades a serem estendidas
F, *FILLET -> Faz a união das pontas de duas linhas, polilinhas ou arcos. Também permite fazer a concordância de linhas através de um arco, com raio definido pelo comando.
H, *HATCH -> Preenche uma área com um padrão. Estes padrões podem ser de quatro tipos: definido pelo usuário, que se consiste em linhas paralelas ou em uma malha quadrada; padrões armazenados, que são tipos complexos de hachura; padrões custom que são novos padrões acrescentados pelo usuário; e padrões gradiente.
Obs: Durante a selecção do tipo de Hatch a utilizar, pode utilizar a opção CREATE SEPARATE HATCHS para criar vários hatchs ao mesmo tempo, no entanto pode editar cada parte separadamente.
I, *INSERT -> Este comando insere no desenho os blocos existentes no desenho ou no disco rígido. Permite ainda amudança de escalas no x, y, z e rotação.
L, *LINE -> Desenha linhas simples. Desenha uma linha de um ponto a outro, e aguarda mais um outro ponto para continuar a desenhar linhas. Finaliza-se o comando com Enter ou ESC. Para desenhar linhas com medidas exactas, utilize o Snap ligado (F3) ou entre com os dados através da linha de comandos.
LA, *LAYER -> Todo o desenho deve-se ser feito em vários layers (camadas). Cada camada pode ser utilizada por um tipo de informação do desenho, como camada para estrutura, paredes, cotas, símbolos, mobiliário, portas, janelas, detalhes, etc. Quanto mais layers tiverem no desenho, mais fácil será editá-lo. Em arquitectura uma quantidade de camadas em torno de 20 é o usual, mas tem empresas que utilizam mais de 400 camadas (para vários projectos diferentes, como incêndio, estrutura, eléctrico, hidráulico, paisagismo, etc.).
M, *MOVE -> Altera a localização das entidades seleccionadas. Para a execução do comando, seleccione um grupo de entidades, dê um clique para o ponto início do movimento e um clique para o fim do movimento.
MI, *MIRROR -> Espelha uma entidade ou um grupo de entidades seleccionadas por uma linha de espelho definida por dois pontos. A distância dos objectos a linha de espelho é igual. O comando perguntará se mantém ou apaga o objecto a espelhar.
O, *OFFSET -> Faz a cópia para o lado (offset) de linhas, polilinhas, arcos e círculos. O comando inicialmente pergunta pela distância do offset, esta distância pode ser introduzida manualmente ou através de dois cliques com o rato com a distância desejada.
RE, *REGEN -> Força uma regenereção da tela, mostrando as curvas de arcos e círculos como realmente devem aparentar (sem ficar com cantos que não existem).
REC, *RECTANG -> Desenha um rectângulo. Pede apenas dois pontos em diagonal na tela.
RO, *ROTATE -> Roda uma entidade ou um grupo de entidades em torno de um ponto base. O comando tem a opção reference que permite a mudança da referência (o ângulo default é zero).
Obs: Existem duas opções para rodar um objecto, através do ângulo propriamente dito, ou rodando determinado objecto de modo a ter a mesma inclinação de um determinado segmento, para tal, deverá inicialmente ter o objecto com uma rotação de zero graus (utilizar o comando LIST (LS) para ver o ângulo do objecto e rodar esse objecto com o inverso do valor inicial), depois de estar com zero graus de rotação basta aplicar de novo o comando ROTATE e clicar em dois pontos distintos do segmento de referencia.
SC, *SCALE -> Modifica a escala de uma entidade ou um grupo de entidades seleccionadas. O valor de escala maior que 1 aumenta, e menor que 1 diminui (é um produto das dimensões do objecto). O comando pede um ponto de base para a partir dele executar a acção.
TR, *TRIM -> Corta linhas, polilinhas e arcos em relação a uma outra entidade (fronteira). As fronteiras devem estar a cruzar as entidades, caso não estejam é necessário alterar na opção EDGE de No extend para Extend durante a execução do comando TRIM (TR).
Modo de actuação:
1° – Seleciona-se as fronteiras (space)
2° – Selecciona-se as entidades a serem cortadas (space), ou utilizar a opção FENCE (F) criando um segmento sobre as “pontas” a cortas.
X, *EXPLODE -> Explode (desagrupa) as entidades como: blocos, polilinhas, hatch, dimensionamento, malhas e sólidos. Não se deve explodir dimensionamento (cotas). Pode existir no desenho blocos aninhados, isto é, blocos criados com outros blocos. Para explodi-los será necessário explodi-lo várias vezes, inicialmente o bloco principal, depois os outros demais blocos
F3, Permite ligar e desligar o object snap e também quando todos os osnap estão desligados, o acesso ao quadro de diálogo Drafting Settings.
F8, Liga e desliga o ORTHO, que permite somente o desenho de linhas ortogonais ao cursor
Obs: Por falta de conhecimento, muitos acham que o AutoCAD só pode desenhar ortogonalmente nos ângulos pré-definidos de 0º, 90º, 180º e 270º, o que não é verdade. Pode-se rodar o eixo ortogonal para qualquer ângulo desejado, bastando configurar o comando snap, ou dentro do quadro Drafting Settings, em Snap and Grid, modifique o valor de Angle.


Todos os comandos http://ge.tt/8C4Ip59?c

quinta-feira, 28 de julho de 2011

VIDEO AULAS AUTOCAD MOD. I

VIDEO AULA AUTOCAD MOD. I PT.1


Em breve mais novidades e mais aulas

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